
A jura
Hoje, faço-te esta jura,
Haja o que ouver, venha quem vier
meus versos serão sempre seus
Não consigo escrever para outra pessoa
E caso um dia isso aconteça
Sentirei-me como se traísse alguém
E se tudo agora jaz,
Não quero me perder na solidão
Onde só há cinzas, jamais fogo
De algo que ignoro ser capaz
Sinto que não posso fazer
O que o coração me traz
E nada tendo, e nada pondo,
Vejo minha alma esvaecer
E por que não olhar para trás?
O princípio retoma ao fim na vitória,
E vejo espasmos nas juras fundamentais.
Juras nas noites de amor que não tivemos
Embriagados pelo luar, e pela melodia,
Ouço ecos de frequentes batidas no coração,
E um futuro incerto que me traz melancolia.
Brena Laielen da Silva Oliveira
Um comentário:
amooooora, arrasou. perfect
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